Missão de Ir. Maria do Carmo Carvalhal – Sul do Sudão

ENTREVISTA a Irmã Maria do Carmo Carvalhal-Por Ir. Lurdes Ramos

Ir Maria do Carmo 1
-Há quantos anos estás no Sudão do Sul?
R: No Sudão estou a nove anos. Parti para o Sudão do Sul em março de 2005, dois meses depois do acordo de paz entre Norte e Sul do País.
– Porque pediu para ir para África, uma vez que estiveste muitos anos na América Latina?
R: A verdade é que não pedi, porém era o meu sonho que levava no coração desde os meus 14 anos de idade, especialmente ir para o Sudão. Porém depois de 22 anos na A. L. onde me senti muito bem, não me passava pela ideia de mudar de continente, de língua, de povo aos meus 54 anos de idade. Mas para Deus nada é impossível.
– Qual é a diferença entre a missão da A. L. e o Sudão do Sul?
R: Na minha experiência de A. L. e no Sudão do Sul as diferenças são muitas. Começando pelo clima, marcado por duas estações, a estação da seca com muito calor até 48º graus, muito vento, muita poeira que provoca muitas doenças nos olhos e na pele das pessoas. A estação das chuvas com chuvas torrenciais com muito vento e trovoadas que causa a morte de muitas pessoas e animais. Outra diferença é como o povo está dividido. Dizem que são 63 tribos com línguas, costumes e estilo de vida diferentes que define a cultura de cada grupo. Também a situação de pobreza é uma grande diferença.
Eu encontrei-me com muita pobreza na A. L. mas em comparação com o povo com quem vivo, diríamos que aqui é miséria.
O nosso Povo vive no medo, porque a vingança, para eles, é um valor. As diferenças são muito mais acentuadas.
– Quais são as qualidades e características do povo do Sudão do Sul?
R: Assim como as diferenças, as qualidades também são muitas. Sendo um povo que viveu 22 anos em situação de guerra, habituados a ter o mínimo indispensável para viver, não têm muitas exigências. Tendo alimentos para comer uma vez ao dia e remédios para curar-se quando estão doentes e mandar alguns filhos à escola, já se consideram ricos…
São muito religiosos, crêem em Deus, Criador do Céu e da Terra, Senhor de tudo e de todos. Os comprimentos e despedidas sempre expressam a fé deles. Eles dizem: “Nialich atö” que significa: “Deus está presente”. Sofrem muito as mortes, os desastres humanos e naturais, mas nunca se lamentam. Dizem: “Nhialich awich” que significa: “Deus sabe”.
As pessoas são muito acolhedoras, na minha Pastoral Familiar visito muito as famílias e tenho esta experiência viva com muitos detalhes. É um Povo de harmonia e honra, e o expressam de muitas maneiras: no cumprimentar, no caminhar, no falar, no vestir, e no estar a rezar na Igreja os que já são cristãos, etc.
São pessoas altas e alegantes. As mulheres muito bonitas e os homens muito atletas. São inteligentes, alegres e de bom humor. Dá muito gosto estar com eles.
– Por que estão de novo em guerra uma vez que agora são independentes do governo de Cartum?
R: Esta é uma pergunta de todos, mas também sabemos a resposta de uma maneira simples, sem entrar na política. São muitas tribos, e cada tribo tem muitos clãs. Assim todos estes grupos lutam para sobreviver muitas vezes cometendo erros. Estamos a criar consciência que o Povo do Sudão do Sul são sudaneses para construir o próprio país. A revolta do 15 de dezembro de 2013, que provocou muitos mortos, feridos e desordem por todo o país, é uma das lutas de busca de interesses pessoais de alguns. E envolveram pessoas jovens, inocentes e sem formação oferecendo-lhes um pouco de dinheiro. Unamo-nos em oração aos sudaneses, á Igreja e fora, para acolher a exortação dos nossos Bispos que dizem: “Now is the time for our Nation to rise from the ashes” – “Agora é o para a nossa Nação levantar-se das cinzas”.
–Quais são os seus sonhos dos jovens do Sudão do Sul?
R: Os sonhos dos nossos jovens é ir à escola, e se possível seguir os estudos superiores. Mesmo aqueles que querem ser os guerreiros, cuidadores e responsáveis do gado e das cabras, querem aprender a ler, escrever e falar inglês. Especialmente na altura das férias da escola, temos muitos rapazes e algumas raparigas a pedir pequenos trabalhos para poder pagar a escola. Quando podemos, ajudamos, porque a formação é uma das primeiras prioridades na lista das prioridades do governo para o progresso desta Nação.
– Há quantos anos és missionária comboniana e o que fizeste ao longo destes anos?
R: Eu entrei com as Irmãs Missionárias Combonianas, no dia 30 de novembro de 1969. Passei alguns anos na minha formação religiosa missionária, a estudar e fazer vários serviços. A maior parte do tempo dediquei-me a Animação Missionária e, Orientação Vocacional; na formação das postulantes combonianas. Em Peru, Equador, Portugal e México. Agora no Sudão do Sul, na primeira missão dediquei-me à formação de catequistas e mulheres. Atualmente em Cueibet dedico-me à Pastoral Familiar, que abarca a todos os membros da família e considera todas as situações. Dou bastante tempo às crianças, na formação humana e cristã. O tratamento de olhos e ouvidos e a curar feridas. Todos os dias estou ocupada estou muito ocupada, mas o que faço é com Amor.
–No próximo ano de 2015, as Irmãs Combonianas fazem 50 anos em Portugal, o que gostaria de dizer a este respeito?
R: A chegada das I.M.C em Portugal foi o confirmar o que Deus queria de mim, mesmo que ainda muito jovem, já tinha lido algumas revistas dos combonianos que despertaram o interesse em mim pela África, concretamente pelo Sudão do Sul. Onde, providencialmente, estou agora, depois de uma longa caminhada na minha vida. A presença das I.M.C em Portugal foi e continua a ser um grande Dom de Deus para a Igreja Portuguesa, a Igreja Universal e para todos os Povos.
– Se queres podes deixar uma mensagem aos jovens…
R: A juventude não é só uma etapa especial da vida de uma pessoa, mas é também um tempo de formação na construção de um mundo melhor “fazer história”. Espero, confio e amo muito os jovens!
Irmã Maria do Carmo Carvalhal Mulheres Dinka Sudão do Sul

POVOS INDÍGENAS DO BRASIL EXIGEM DEMARCAÇÃO DE SUAS TERRAS

Índios Guarani
Ministro da Justiça recebe hoje, às 15h, Mobilização Nacional Indígena para tratar de demarcação de terras

Os 500 indígenas vindos de todo o país fecharam o Ministério da Justiça para reivindicar que ministro assine portarias declaratórias de suas terras

Depois de manifestação em frente ao Ministério da Justiça na manhã desta quinta-feira (29) em Brasília, o ministro José Eduardo Cardozo aceitou receber nesta tarde, às 15h, uma comissão com 20 representantes indígenas de todo o país que estão na capital federal para a semana de Mobilização Nacional Indígena.

Membros do Movimento Quilombola também participarão da reunião, que tem como pauta a paralisação dos procedimentos demarcatórios de terras tradicionais no Brasil. Somente de terras indígenas, são 37 processos engavetados nas mãos de Cardozo, de áreas já identificadas pela Fundação Nacional do Índio (Funai), faltando apenas a assinatura das portarias declaratórias que reconhecem a posse permanente dos grupos sobre as terras.

“Esperamos que o ministro receba nosso povo e atenda nossa reivindicação, que é destravar a demarcação das terras indígenas e suspender as mesas de negociação. Os conflitos têm se acirrado a cada momento que essas mesas estão instaladas, porque não tem como conversar sobre reduzir terras indígenas, não dá pra recuar dos direitos que nós já temos garantidos”, disse o cacique Marcos Xukuru.

Após a reunião, os indígenas falarão em coletiva de imprensa, convocada para as 16h30 em frente ao Supremo Tribunal Federal.

Comitê de Comunicação da Mobilização Nacional Indígena

Renato Santana (Cimi) – (61) 9979-6912 / editor.porantim@cimi.org.br
Patrícia Bonilha (Cimi) – (61) 9979-7059 / imprensa@cimi.org.br
Oswaldo Braga de Souza (ISA) – (61) 9103-2127 / oswaldo@socioambiental.org
Tatiane Klein – (ISA) – (11) 3515-8957 / tatianeklein@socioambiental.org
Helena Azanha (CTI) – (11) 9 7476-8589/ helena@trabalhoindigenista.org.br

Conselho Indigenista Missionário
Assessoria de imprensa
E-mail: imprensa@cimi.org.br
Telefone: 61 2106 1650
SDS Ed. Venâncio III – Salas 309/314
Brasília – DF

DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES-MENSAGEM DO PAPA FREANCISCO

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MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO
PARA O XLVIII DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS

«Comunicação ao serviço de uma autêntica cultura do encontro»

[Domingo, 1 de Junho de 2014]

Queridos irmãos e irmãs,

Hoje vivemos num mundo que está a tornar-se cada vez menor, parecendo, por isso mesmo, que deveria ser mais fácil fazer-se próximo uns dos outros. Os progressos dos transportes e das tecnologias de comunicação deixam-nos mais próximo, interligando-nos sempre mais, e a globalização faz-nos mais interdependentes. Todavia, dentro da humanidade, permanecem divisões, e às vezes muito acentuadas. A nível global, vemos a distância escandalosa que existe entre o luxo dos mais ricos e a miséria dos mais pobres. Frequentemente, basta passar pelas estradas duma cidade para ver o contraste entre os que vivem nos passeios e as luzes brilhantes das lojas. Estamos já tão habituados a tudo isso que nem nos impressiona. O mundo sofre de múltiplas formas de exclusão, marginalização e pobreza, como também de conflitos para os quais convergem causas económicas, políticas, ideológicas e até mesmo, infelizmente, religiosas.

Neste mundo, os mass-media podem ajudar a sentir-nos mais próximo uns dos outros; a fazer-nos perceber um renovado sentido de unidade da família humana, que impele à solidariedade e a um compromisso sério para uma vida mais digna. Uma boa comunicação ajuda-nos a estar mais perto e a conhecer-nos melhor entre nós, a ser mais unidos. Os muros que nos dividem só podem ser superados, se estivermos prontos a ouvir e a aprender uns dos outros. Precisamos de harmonizar as diferenças por meio de formas de diálogo, que nos permitam crescer na compreensão e no respeito. A cultura do encontro requer que estejamos dispostos não só a dar, mas também a receber de outros. Os mass-media podem ajudar-nos nisso, especialmente nos nossos dias em que as redes da comunicação humana atingiram progressos sem precedentes. Particularmente a internet pode oferecer maiores possibilidades de encontro e de solidariedade entre todos; e isto é uma coisa boa, é um dom de Deus.

No entanto, existem aspectos problemáticos: a velocidade da informação supera a nossa capacidade de reflexão e discernimento, e não permite uma expressão equilibrada e correcta de si mesmo. A variedade das opiniões expressas pode ser sentida como riqueza, mas é possível também fechar-se numa esfera de informações que correspondem apenas às nossas expectativas e às nossas ideias, ou mesmo a determinados interesses políticos e económicos. O ambiente de comunicação pode ajudar-nos a crescer ou, pelo contrário, desorientar-nos. O desejo de conexão digital pode acabar por nos isolar do nosso próximo, de quem está mais perto de nós. Sem esquecer que a pessoa que, pelas mais diversas razões, não tem acesso aos meios de comunicação social corre o risco de ser excluído.

Estes limites são reais, mas não justificam uma rejeição dos mass-media; antes, recordam-nos que, em última análise, a comunicação é uma conquista mais humana que tecnológica. Portanto haverá alguma coisa, no ambiente digital, que nos ajuda a crescer em humanidade e na compreensão recíproca? Devemos, por exemplo, recuperar um certo sentido de pausa e calma. Isto requer tempo e capacidade de fazer silêncio para escutar. Temos necessidade também de ser pacientes, se quisermos compreender aqueles que são diferentes de nós: uma pessoa expressa-se plenamente a si mesma, não quando é simplesmente tolerada, mas quando sabe que é verdadeiramente acolhida. Se estamos verdadeiramente desejosos de escutar os outros, então aprenderemos a ver o mundo com olhos diferentes e a apreciar a experiência humana tal como se manifesta nas várias culturas e tradições. Entretanto saberemos apreciar melhor também os grandes valores inspirados pelo Cristianismo, como, por exemplo, a visão do ser humano como pessoa, o matrimónio e a família, a distinção entre esfera religiosa e esfera política, os princípios de solidariedade e subsidiariedade, entre outros.

Então, como pode a comunicação estar ao serviço de uma autêntica cultura do encontro? E – para nós, discípulos do Senhor – que significa, segundo o Evangelho, encontrar uma pessoa? Como é possível, apesar de todas as nossas limitações e pecados, ser verdadeiramente próximo aos outros? Estas perguntas resumem-se naquela que, um dia, um escriba – isto é, um comunicador – pôs a Jesus: «E quem é o meu próximo?» (Lc 10, 29 ). Esta pergunta ajuda-nos a compreender a comunicação em termos de proximidade. Poderíamos traduzi-la assim: Como se manifesta a «proximidade» no uso dos meios de comunicação e no novo ambiente criado pelas tecnologias digitais? Encontro resposta na parábola do bom samaritano, que é também uma parábola do comunicador. Na realidade, quem comunica faz-se próximo. E o bom samaritano não só se faz próximo, mas cuida do homem que encontra quase morto ao lado da estrada. Jesus inverte a perspectiva: não se trata de reconhecer o outro como um meu semelhante, mas da minha capacidade para me fazer semelhante ao outro. Por isso, comunicar significa tomar consciência de que somos humanos, filhos de Deus. Apraz-me definir este poder da comunicação como «proximidade».

Quando a comunicação tem como fim predominante induzir ao consumo ou à manipulação das pessoas, encontramo-nos perante uma agressão violenta como a que sofreu o homem espancado pelos assaltantes e abandonado na estrada, como lemos na parábola. Naquele homem, o levita e o sacerdote não vêem um seu próximo, mas um estranho de quem era melhor manter a distância. Naquele tempo, eram condicionados pelas regras da pureza ritual. Hoje, corremos o risco de que alguns mass-media nos condicionem até ao ponto de fazer-nos ignorar o nosso próximo real.

Não basta circular pelas «estradas» digitais, isto é, simplesmente estar conectados: é necessário que a conexão seja acompanhada pelo encontro verdadeiro. Não podemos viver sozinhos, fechados em nós mesmos. Precisamos de amar e ser amados. Precisamos de ternura. Não são as estratégias comunicativas que garantem a beleza, a bondade e a verdade da comunicação. O próprio mundo dos mass-media não pode alhear-se da solicitude pela humanidade, chamado como é a exprimir ternura. A rede digital pode ser um lugar rico de humanidade: não uma rede de fios, mas de pessoas humanas. A neutralidade dos mass-media é só aparente: só pode constituir um ponto de referimento quem comunica colocando-se a si mesmo em jogo. O envolvimento pessoal é a própria raiz da fiabilidade dum comunicador. É por isso mesmo que o testemunho cristão pode, graças à rede, alcançar as periferias existenciais.

Tenho-o repetido já diversas vezes: entre uma Igreja acidentada que sai pela estrada e uma Igreja doente de auto-referencialidade, não hesito em preferir a primeira. E quando falo de estrada penso nas estradas do mundo onde as pessoas vivem: é lá que as podemos, efectiva e afectivamente, alcançar. Entre estas estradas estão também as digitais, congestionadas de humanidade, muitas vezes ferida: homens e mulheres que procuram uma salvação ou uma esperança. Também graças à rede, pode a mensagem cristã viajar «até aos confins do mundo» (Act 1, 8). Abrir as portas das igrejas significa também abri-las no ambiente digital, seja para que as pessoas entrem, independentemente da condição de vida em que se encontrem, seja para que o Evangelho possa cruzar o limiar do templo e sair ao encontro de todos. Somos chamados a testemunhar uma Igreja que seja casa de todos. Seremos nós capazes de comunicar o rosto duma Igreja assim? A comunicação concorre para dar forma à vocação missionária de toda a Igreja, e as redes sociais são, hoje, um dos lugares onde viver esta vocação de redescobrir a beleza da fé, a beleza do encontro com Cristo. Inclusive no contexto da comunicação, é precisa uma Igreja que consiga levar calor, inflamar o coração.

O testemunho cristão não se faz com o bombardeio de mensagens religiosas, mas com a vontade de se doar aos outros «através da disponibilidade para se deixar envolver, pacientemente e com respeito, nas suas questões e nas suas dúvidas, no caminho de busca da verdade e do sentido da existência humana (Bento XVI, Mensagem para o XLVII Dia Mundial das Comunicações Sociais, 2013). Pensemos no episódio dos discípulos de Emaús. É preciso saber-se inserir no diálogo com os homens e mulheres de hoje, para compreender os seus anseios, dúvidas, esperanças, e oferecer-lhes o Evangelho, isto é, Jesus Cristo, Deus feito homem, que morreu e ressuscitou para nos libertar do pecado e da morte. O desafio requer profundidade, atenção à vida, sensibilidade espiritual. Dialogar significa estar convencido de que o outro tem algo de bom para dizer, dar espaço ao seu ponto de vista, às suas propostas. Dialogar não significa renunciar às próprias ideias e tradições, mas à pretensão de que sejam únicas e absolutas.

Possa servir-nos de guia o ícone do bom samaritano, que liga as feridas do homem espancado, deitando nelas azeite e vinho. A nossa comunicação seja azeite perfumado pela dor e vinho bom pela alegria. A nossa luminosidade não derive de truques ou efeitos especiais, mas de nos fazermos próximo, com amor, com ternura, de quem encontramos ferido pelo caminho. Não tenhais medo de vos fazerdes cidadãos do ambiente digital. É importante a atenção e a presença da Igreja no mundo da comunicação, para dialogar com o homem de hoje e levá-lo ao encontro com Cristo: uma Igreja companheira de estrada sabe pôr-se a caminho com todos. Neste contexto, a revolução nos meios de comunicação e de informação são um grande e apaixonante desafio que requer energias frescas e uma imaginação nova para transmitir aos outros a beleza de Deus.

Vaticano, 24 de Janeiro – Memória de São Francisco de Sales – do ano 2014.

Franciscus

PEREGRINAÇÃO DA FAMÍLIA COMBONIANA A FÁTIMA – 26 DE JULHO

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A peregrinação nacional da Família Comboniana a Fátima tem como tema: Dez anos de santidade de S. Daniel Comboni, canonizado a 5 de outubro de 2003.
Inscreva-se contactanto uma das três comunidades: Viseu, Tel 232 424 502, Irmã Natália Lopes Almeida; Porto, Tel 225 096 967, Irmã Maria da Luz da Costa; Lisboa, Tel 218 517 640, Irmã Fátima Frade da Costa.
Será um dia maravilhoso passado com S. Daniel Comboni aos pés de Nossa Senhora de Fátima. Esperamos por ti!

Ir. Lurdes Ramos

FIM DE SEMANA DE ESPIRITUALIUDADE COMBONIANA

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De 20 a 22 de junho, no seminário dos Missionários Combonianos, na Maia, haverá um fim de semana de Espiritualidade Comboniana. Destina-se a leigos e leigas que desejam conhecer e aprofundar a espiritualidade comboniana. Este ano, o tema é “Cristo liberta para a missão e Comboni e a escravatura no seu tempo”; no contexto do décimo aniversário da canonização de S. Daniel Comboni. Para participar, contacte: Irmã Maria do Carmo Bogo, Rua Cidade de Nova Lisboa, 57
Olivais do Sul 1800-107 LISBOA
Telm 969 674 952 ou 218 517 640
O custo de participação é de 10 euros, sendo a data-limite de inscrição o dia 2 de junho 2014.