Feliz Páscoa para todos os amigos/as do Blog

JESUS RESSUSCITADO APARECE A MARIA MADALENA
JESUS RESSUSCITADO APARECE A MARIA MADALENA…Maria! Raboni! Vi o Senhor…Aleluia!!!

PÁSCOA É A FESTA DO CRISTO VIVO!

QUE SE PROLONGA EM CADA PRESENÇA DE AMOR

A Páscoa de Cristo, plenitude da nossa libertação.

A Páscoa de Cristo caminho que leva á Ressurreição. “Porque buscais entre os mortos Aquele que está vivo? Não está aqui Ressuscitou” (Lc 24,6)

A Páscoa de Cristo, convite acolher a Missão. “Ide dizer a meus irmãos…” (Mt 28,10)

A Páscoa de Cristo, Vida Nova, Recebereis a força do Alto! (Act 1,8)

A Páscoa de Cristo, um caminho a percorrer, com Ele tudo se renova, pois é Ele quem o afirma. “ Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo14,16)

A Páscoa de Cristo, 

É fogo ardente, “Não nos ardia o coração, quando Ele nos falava pelo caminho…” (Lc 24,32)

A Páscoa de Cristo, 

É surpresa, é espanto, “A paz esteja convosco… Meu Senhor e Meu Deus” (Jo 20,28)

É Páscoa! Aleluia!

Cristo Ressuscitou! Aleluia! Feliz Festa de Páscoa!

Para todos os amigos/as do Blog, as Irmãs Missionárias Combonianas desejam uma Santa e Feliz Páscoa!

PAPA FRANCISCO associa-se às celebrações do quinto centenário de SANTA TERESA DE ÁVILA

Vaticano: Papa associou-se a celebrações do quinto centenário do Nascimento de Santa Teresa de Jesus

Agência Ecclesia

11 de Março de 2015, às 17:48

Cidade do Vaticano, 11 mar 2015 (Ecclesia) – O Papa associou-se hoje às celebrações do quinto centenário do Nascimento de Santa Teresa de Jesus (1515-1582) e abençoou o cajado com que a religiosa espanhola percorreu os conventos carmelitas.

A relíquia foi apresentada a Francisco, depois da audiência geral, por quatro pessoas que, desde outubro de 2014, acompanharam uma peregrinação nos cinco continentes.

‘O Caminho da Luz’ é o nome da iniciativa que desde 15 de outubro levou o cajado de peregrino, de Santa Teresa de Ávila, a 30 países, percorrendo 117 mil quilómetros.

O encontro com o Papa Francisco acontece na reta final da peregrinação, que vai passar pela Itália, Croácia e Portugal (23 a 27 de março) antes do regresso a Ávila.

Santa Teresa de Jesus, escritora, mística e reformadora da Ordem dos Carmelitas Descalços, nasceu em 28 de março de 1515.

OC

Notícia atualizada às 23h59 como novos dados sobre peregrinação internacional

A FORÇA DA ORAÇÃO – O PAPA FRANCISCO CONVOCA A IGREJA CATÓLICA A REZAR NO SEGUNDO ANO DE ANIVERSÁRIO DO SEU PONTIFICADO

Igreja: «24 horas para o Senhor» é acreditar na «força da oração»

Agência Ecclesia

11 de Março de 2015, às 17:36

Lisboa, 11 mar 2015 (Ecclesia) – José Victor Adragão, da equipa do Evangelho Quotidiano, assinala que a iniciativa ‘24 horas para o Senhor’, proposta pelo Papa para os dias 13 e 14 de março, é um convite a “acreditar na força da oração”.

“O Papa diz que a oração de muitos tem muita força e neste momento quando olhamos para a televisão existem situações que nos ultrapassam completamente – norte de África; Nigéria; Líbia; Turquia; Afeganistão; Iraque – e se calhar só me posso unir na oração”, explica à Agência ECCLESIA.

A iniciativa mundial ‘24 horas para o Senhor’ é promovida pelo Conselho Pontifício para a Nova Evangelização e inclui momentos de oração, confissões, anúncio do Evangelho e vigílias, que se vão repetir nas várias dioceses, por proposta de Francisco, como preparação para a Páscoa.

Para José Victor Adragão, da Paróquia da Portela, esta iniciativa liga-se ao desafio do Papa Francisco para a Quaresma, a fim de que cada um saia da indiferença.

“A perspetiva cristã é completamente diferente, não somos solidários para ser bonzinhos, somos solidários, como diz o Papa, porque somos membros do mesmo corpo. Isso faz com que quando o irmão sofre, nós sofremos”, desenvolve.

Para o entrevistado, “é importante” os cristãos serem “apóstolos de esperança” e alertar que é possível que as situações “não” fiquem fechadas em si próprias mas “há porta de saída” e ir ao encontro tem respostas “completamente diferentes nas diferentes comunidades”.

As ‘24 horas para o Senhor’, na Diocese de Setúbal transformaram-se em 40 horas e começam esta quinta-feira, dia 12 de março, às 09h00 e vão realizar-se nos diversos arciprestados.

Por exemplo na Diocese de Bragança-Miranda realizam-se no dia 13 de março, entre a meia-noite e as 24h00, na igreja de Nossa Senhora das Graças, em Bragança.

A Arquidiocese de Évora também aderiu com momentos de adoração e confissões nas duas paróquias da cidade: Na paróquia da Senhora da Saúde (Álamos) às 18h30 do dia 13 e na Paróquia de Nossa Senhora Auxiliadora (Salesianos) confissões a partir das 14h e Eucaristia às 18h30.

HM/CB

50 famílias Guarani-Kaiowá em risco de expulsão de suas terras tradicionais- Brasil

Conselho Indigenista Missionário
imprensa@cimi.org.br
 

 Polícia dá ultimato para expulsão de 50 famílias Guarani-Kaiowá de Kurusu Ambá (MS)

Cimi Mato Grosso do Sul

Frente à notícia de despejo iminente, mais de 50 famílias Guarani-Kaiowá passaram a clamar desesperadas por justiça no estado do Mato Grosso do Sul. Após pedido da suspensão da liminar de despejo peticionada pela procuradoria da FUNAI, encontra-se nas mãos de Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF)  evitar mais uma tragédia anunciada contra os indígenas de Kurusu Ambá, Terra Indígena Tradicional localizada nas imediações do município de Coronel Sapucaia, no Sul do estado do MS, fronteira com o Paraguai.

Lembranças de sofrimento, dor, mortes, expulsões forçadas e vidas despedaçadas nas beiras das rodovias pesaram novamente na memória e no coração de cada um dos indígenas de Kurusu Ambá. Segundo o depoimento dos Guarani-Kaiowá, na ultima sexta feira, dia 06 de março, sem consultar a FUNAI, órgão indigenista oficial, delegados da Polícia Federal acompanhados de um grupo de policias se dirigiram até a Terra Indígena e anunciaram que o despejo da comunidade estaria marcado para o dia 16 de março, próxima segunda feira. Os indígenas anunciaram ainda que segundo os próprios policiais, os delegados regressarão à comunidade no dia 12 de março, quinta-feira, com o intuito de convencer os Guarani-Kaiowá a se retirarem por “vontade própria” da terra que ocupam.

Frente a situação o rezador da comunidade, Yvyra’ijá, de 65 anos, em resposta diz: “Eles já sabem qual a nossa posição. Todos sabem. Nós não podemos sair, esta é nossa terra, estamos aqui porque lá onde estávamos morrendo de fome enquanto usavam de nossa terra. Só queremos nosso espaço para plantar mandioca e ter direito a uma vida digna. Não nos moveremos porque não podemos, buscamos apenas o que é nosso, retomamos aqui porque sabemos que aqui é nosso, está lá nos estudos, a FUNAI já estudou, é só olhar. Retomamos este lugar em especial porque esta é nossa terra mãe, nossa terra tradicional. Respeitamos a constituição, e só entramos onde é nosso de verdade. É muito duro para mim que sou velho ver as leis de um país que tanto amamos, nos tratando tão mal. Eles vão expulsar de novo nós que somos velhos e nossas crianças?  Resistiremos. Resistiremos aqui porque não temos opção. Só sairemos daqui mortos, porque a estrada para nós significará morte também”. Acompanhe matéria detalhada sobre o caso dos Guarani-Kaiowá de Kurusu Ambá aqui.

A decisão de despejo foi concedida no final do ano passado e é baseada essencialmente na interpretação referente ao Marco Temporal. Esta interpretação tendenciosa da constituição tem sido utilizada pelos ruralistas para tentar restringir a demarcação à luz do que se refere o trecho da própria decisão do julgador: “E, não bastasse, é de se constar também que o reconhecimento do direito dos indígenas a terras que tradicionalmente ocupassem estaria condicionada à sua habitação ao tempo da promulgação da Constituição Federal de 1988, marco temporal condicionante estabelecido pelo STF, por ocasião do julgamento da PET nº 3388 (caso Raposa Serra do Sol), e reafirmado pela 2ª Turma do Pretório Excelso, quando do julgamento do RMS nº 29087/DF, em 16.09.2014.”

O detalhe é que no julgamento da área em questão, a Raposa Serra do Sol, o próprio relator do caso, o ex-ministro do STF Ayres Britto, definiu que as condicionantes estabelecidas não tinham o caráter vinculante com demais decisões tomadas em relação a outras Terras Indígenas em todo o território nacional. Na verdade, enquanto os procedimentos de demarcação da terras indígenas se encontram paralisados em âmbito nacional desde o ano de 2013, os  ruralistas tem se movimentado a todo momento para reduzir territórios e modificar a luz de seus benefícios os procedimentos demarcatórios por meio de inúmeras tentativas de tramitações institucionais, como a PEC 215, portaria 303 da AGU, PLP 227 e recentemente através da incidência nas instancias jurídicas as quais tem acesso.

A procuradoria da FUNAI, já ingressou com o pedido de suspensão da liminar de despejo no STF e espera-se por parte do órgão indigenista e da comunidade indígena que a justiça seja feita garantindo aos indígenas um julgamento justo, baseado nos preceitos constitucionais ao invés de ter como base teorias impulsionadas pelo ímpeto do Ruralismo.

Hoje, sobre a terra de Kurusu Ambá, existe vida, pintada e simbolizada através do plantio, da casa de reza, da escola, do sorriso das dezenas de crianças que lá vivem falando sua língua e vivendo sua cultura, das práticas tradicionais, dos costumes deste povo que vive na esperança de ter o procedimento demarcatório de sua terra tradicional finalizado.

Somente a demarcação deste território ancestral poderá trazer um fim definitivo ao sofrimento que os acompanha há muitas décadas. É preciso lembrar que nos últimos sete anos, o povo de Kurusu Ambá assistiu a mais de dez de suas lideranças serem assassinadas na luta pela retomada de sua própria terra, e que, em consequência direta da paralisação dos estudos demarcatórios, a mesma comunidade assistiu também há muitas outras mortes, sobretudo de crianças, vitimadas pela fome e pela desnutrição. Este número pode aumentar devido a esta decisão temerária de despejo uma vez que a comunidade indígena já anunciou que prefere morrer do que deixar seu território novamente. Na ultima execução de despejo contra uma terra indígena pela Polícia Federal, houve resistência e Oziel Gabriel, jovem Terena, acabou assassinado.

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) em solidariedade ao sofrimento das famílias Kaiowa faz coro ao pedido por um julgamento justo, baseado nos preceitos constitucionais ao invés de interpretações equivocadas. Esta nas mãos do STF garantir que a justiça vigore sobre a força e a vida vigore sobre a morte. Só o Supremo Tribunal pode impedir que a violência siga sendo a lei mais forte no estado do Mato Grosso do Sul.