Eleito o Conselho Geral dos Missionários Combonianos

 0 deParabénsPp setembro de 2015

EQUIPA COMPLETA    – Parabéns à Equipa estão bem representados internacionalmente. Uma boa e santa missão neste novo sessênio, 2015-2021.

P. Jeremias, P. Rogelio, P. Tesfaye, P. Pietro e Ir. Alberto
Depois de escolher um novo superior geral, os capitulares combonianos elegeram o seu conselho num dos capítulos mais consensuais e tranquilos da história da congregação.

O primeiro conselheiro eleito foi o P. Pietro Ciuciulla. É italiano, tem 52 anos, fez a primeira profissão em 1987. Terminou a teologia em Roma e foi ordenado em 1992. Trabalhou no Chade, na Itália e nos Estados Unidos. Regressou ao Chade em 2011. Era superior da delegação. Foi membro da Comissão Pré-capitular e é o Secretário do Capítulo.

O Ir. Alberto Lamana Cónsola nasceu há 44 anos em Espanha. Fez os primeiros votos em 1997 depois do noviciado em Santarém. Terminou a formação em Nairobi, Quénia, entre 1997 e 2001. Trabalhou no Sudão do Sul de 2001 até 2011, primeiro em Mapuordit e depois na Cadeia Católica de Rádios. Voltou a Espanha em 2011 e frequenta um curso de jornalismo para a internet. É conselheiro provincial. Foi eleito delegado dos irmãos da Cúria, Espanha e Portugal.

O P. Rogelio Bustos é mexicano e tem 54 anos. Fez os primeiros votos em 1983, terminou a teologia em Roma e foi ordenado em 1987. Trabalhou no México entre 1988 e 1995 e no Peru desde 1996 a 2010, onde foi superior provincial. Está no México desde 2011e é o administrador das revistas. Coordenou a Comissão Pré-capitular e é um dos quatro moderadores do Capítulo.

O P. Jeremias dos Santos Martins nasceu no Sabugal (Portugal) há 62 anos e é o Superior Provincial da África do Sul. Fez os primeiros votos em 1973 depois do noviciado em Moncada (Espanha) e estudou a teologia em Paris, França. Foi ordenado em 1978 e trabalhou em Portugal e Moçambique (onde foi superior provincial). Em 2005 foi destinado de Portugal à África do Sul como formador do seminário internacional de teologia.

A encabeçar esta equipa representativa da continentalidade, internacionalidade e diálogo de gerações do Instituto está o novo superior geral, o P. Tesfaye Tadesse Gebresilasie. Tem 46 anos. É etíope e fez os primeiros votos em 1991. Foi ordenado em 1995 depois de terminar o curso de teologia em Roma. Trabalhou no Egito, Sudão e Etiópia antes de ser eleito assistente geral no Capítulo de 2009. É o primeiro superior geral africano dos Missionários Combonianos, fruto natural de um Capítulo que assumiu a interculturalidade como um desafio.

De acordo com as novas Constituições dos Missionários Combonianos, o novo conselho geral toma posse um mês depois do encerramento oficial do XVIII Capítulo Geral previsto para o domingo, 5 de outubro. O encerramento pode ser antecipado porque as eleições foram rápidas e consensuais: um escrutínio para eleger o superior geral e cinco para escolher os seus quatro conselheiros.

Novo Superior Geral dos Missionários Combonianos

Padre Tesfaye Tadesse eleito Superior Geral dos Combonianos

Quarta-feira, 30 Setembro 2015
Os capitulares combonianos elegeram hoje às 10.30 horas, o Padre Tesfaye Tadesse Gebresilasie [na foto, em primeiro plano] novo Superior geral do Instituto dos Missionários Combonianos. O Padre Tesfaye sucede ao P. Enrique Sánchez González, de quem era assistente geral. No acto de aceitação, o novo superior geral agradeceu a graça e a misericórdia que os capitulares lhe fizeram ver através da votação. «Sinto-me pequeno à frente da grandeza do nosso Instituto», disse.

Padre Tesfaye Tadesse foi eleito Superior Geral dos Missionários Combonianos

O Padre Tesfaye Tadesse Gebresilasie é o primeiro superior geral africano dos Missionários Combonianos que São Daniel Comboni fundou a 1 de Junho de 1867 em Verona, Itália, para as missões da África. Nasceu há 46 anos em Harar, a quarta cidade santa muçulmana, no Leste da Etiópia. Fez os primeiros votos em Hawassa, em 1991, e foi ordenado em 1995 depois de terminar o curso de teologia, em Roma. Passou dois anos no Egipto para aprender o árabe e trabalhou quatro anos no Sudão. Em 2001 regressou à Etiópia. Eleito provincial em 2005, presidiu à Associação de Superiores Maiores do seu país. Foi eleito assistente geral durante o Capítulo de 2009.

Os Missionários Combonianos estão a celebrar o XVIII Capítulo Geral na casa generalícia em Roma, desde o passado dia 6 de Setembro. Os capitulares têm marcada uma audiência com o Papa Francisco, amanhã, dia 1 de Outubro.

O Capítulo sob o tema «Discípulos missionários combonianos chamados a viver a alegria do Evangelho no mundo de hoje» concluir-se-á no próximo domingo, dia 4 de Outubro, com uma Eucaristia solene, presidida pela novo Superior Geral, Padre Tesfaye Tadesse.


Ao centro, na foto: Padre Tesfaye Tadesse Gebresilasie.

Ao Padre Tesfaye Tedesse desejamos-lhe as maiores bençãos de Deus para este novo sessenio. Que São Daniel Comboni continue a iluminar os capitulares para a escolha dos conselheiros. É a hora da África louvemos o Senhor!

As Irmãs Missionárias Combonianas de Portugal

LEIA E DIVULGUE O JORNAL EVANGELIZAR HOJE DO TRIMESTRE OUTUBRO/DEZEMBRO 2015- N.113

FAZER MEMÓRIA DE TANTA GRAÇA!   Encontro dei famigliare giugno Lisbona

…Era necessário fazer festa! Por tanta bondade recebida ao longo destes 50 anos. No dia 7 de Junho  na Capela de S. José dos Olivais do Sul, Lisboa, tudo estava pronto para a festa. A nós se juntavam familiares, colaboradores do Evangelizar Hoje, amigos das Irmãs Missionárias Combonianas, vindos de longe e de perto, entre eles muitos da nossa paróquia.

A Eucaristia foi um momento de louvor a Deus pelo dom de São Daniel Comboni e das nossas cinco primeira irmãs em Portugal. Cada cristão tem um lugar específico na construção da Igreja. Também as Irmãs Combonianas, ao longo destes 50 anos foram pedras vivas na construção da Igreja Viva em Portugal, como nos evidenciava a encenação no momento de Ação de Graças, após a comunhão.

Não podia faltar a mesa da fraternidade com o almoço em comum. E havia festa!

Parte do texto escrito por: Ir. M. Fátima Frade da Costa

Para ter acesso aos outros artigos e notícias compre e divulgue este jornal da propriedade das Irmãs Missionárias Combonianas.

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Notícias dos povos indígenas do Brasil

A campanha pede ainda a moratória do agronegócio no estado até que as terras indígenas estejam demarcadas
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Por Assessoria de Comunicação – Fórum Unitário dos Movimentos Sociais e Sindicais do Campo e da Cidade

Cerca de 200 pessoas, entre indígenas do povo Terena e movimentos populares do campo e da cidade, ocuparam na manhã desta quinta-feira, 24, o plenário da Assembleia Legislativa do Mato Grosso do Sul, em ato público, para lançar a campanha Eu Quero: CPI do Genocídio!, que pretende mobilizar a sociedade sul-mato-grossense e nacional, além de organismos internacionais de direitos humanos, contra a matança orquestrada de indígenas, a falta de demarcação e a criminalização dos movimentos sociais no estado. A sessão chegou a ser suspensa por conta dos protestos dos manifestantes.

O objetivo da campanha é fazer a contraposição à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) contra o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), aberta por pressão da bancada ruralista. Mesmo sem fato determinado, e sem demonstrar nenhum indício de ilegalidade por parte do Cimi, a deputada estadual Mara Caseiro (PTdoB), inventora e animadora da CPI, acusa a organização de incitar as retomadas realizadas pelos indígenas.

A campanha pede ainda a moratória do agronegócio no estado até que as terras indígenas estejam demarcadas. No Mato Grosso do Sul, conforme dados de organizações do setor pecuário, existem 23 milhões de cabeças de gado, sendo que cada animal ocupa, em média, um hectare de terra. A comunidade de Ñanderú Marangatú, composta por 1.500 Guarani e Kaiowá, ocupava, antes das retomadas do último mês de agosto, 100 hectares.

Para os povos indígenas e movimentos populares, a intenção da chamada ‘CPI do Cimi’ é desviar o foco dos 10 ataques sofridos pelo povo Guarani e Kaiowá de Ñanderú Marangatú, Guyra Kamby’i, Pyelito Kue e Potrero Guasu desde o assassinato de Semião Vilhalva, no último dia 29 de agosto.

Semião estava em Ñanderú Marangatú, terra indígena homologada em 2005, quando a presidente do Sindicato Rural de Antônio João, Roseli Maria Ruiz, liderou um bando de fazendeiros, em um comboio com cerca de 100 camionetes, que atacaram a comunidade a tiros de arma de fogo e borracha.

A ‘CPI do Cimi’, conforme os participantes do ato público, pretende também enfraquecer a luta dos povos indígenas pelos territórios tradicionais. A verdadeira CPI, dizem os indígenas, deve ser aquela que investigue as milícias e os assassinatos de lideranças no estado, que nos últimos 12 anos atinge a marca de 390 indígenas. Vídeos, relatos da imprensa sul-mato-grossense e até a presença comprovada de parlamentares em ataques contra as comunidades percorrem as redes sociais.

Tais números são fatos determinados. Por conta disso, a campanha pela CPI do Genocídio pretende denunciar a matança de indígenas e demonstrar como a cadeia do agronegócio se alimenta “desse sangue” para exportar carnes e grãos produzidos em terras tradicionalmente ocupadas. Além disso, a campanha visa demonstrar a omissão do Estado brasileiro e o não cumprimento, por parte do governo federal, das demarcações determinadas pela Constituição Federal.

Pela manhã desta quinta, o Fórum Unitário dos Movimentos Sociais e Sindicais do Campo e da Cidade lançou o manifesto Somos Todos Indígenas e Estamos na Luta Pela CPI do Genocídio

Para acompanhar as ações da campanha, clique aqui. A reprodução dos materiais visuais, vídeos, fotos e textos é livre: use e abuse.

Outras informações – Assessoria de Imprensa
Karina Vilas Boas: (67) 91426.522 / MST
Renato Santana: (61) 9979.6912 / Cimi

Papa Francisco discursa na ONU defendendo o bem comum a Paz a dignidade da pessoa humana e o cuidado com a “Casa Comum”

ONU: Papa defende reforma do Conselho de Segurança e organismos financeiros

Agência Ecclesia

25 de Setembro de 2015, às 15:46

(Lusa)
(Lusa)

Primeira visita às Nações deixou elogios ao papel da organização na prevenção de conflitos

Nova Iorque, Estados Unidos da América, 25 set 2015 (Ecclesia) – O Papa defendeu hoje junto da Assembleia Geral da ONU a necessidade de reformas no Conselho de Segurança e nos organismos financeiros internacionais, para defender melhor as populações mais desprotegidas.

“A necessidade duma maior equidade é especialmente verdadeira nos órgãos com capacidade executiva real, como o Conselho de Segurança, os organismos financeiros e os grupos ou mecanismos criados especificamente para enfrentar as crises económicas”, declarou Francisco, num discurso em espanhol.

A intervenção alertou para as “nefastas consequências” duma “irresponsável má gestão da economia mundial, guiada unicamente pela ambição de lucro e poder”.

Nesse sentido, o Papa pediu que a ONU procure “limitar” qualquer espécie de abuso, especialmente sobre países em vias de desenvolvimento.

“Os Organismos Financeiros Internacionais devem velar pelo desenvolvimento sustentável dos países, evitando uma sujeição sufocante desses países a sistemas de crédito que, longe de promover o progresso, submetem as populações a mecanismos de maior pobreza, exclusão e dependência”, insistiu.

Depois de visitar a sede da ONU, Francisco seguiu para o edifício que acolhe a Assembleia Geral da ONU, onde cumprimentou, ao longo do corredor, os filhos dos funcionários.

Após um encontro privado com os presidentes da 70ª Assembleia Geral das Nações Unidas, Mogens Lykketoft (Dinamarca), da 69ª Assembleia Geral, Sam Kahamba Kutesa (Uganda), e do Conselho de Segurança em setembro de 2015, Vitaly Churkin (Rússia), o Papa entra no hemiciclo.

O primeiro discurso do pontífice argentino na ONU é feito na presença de vários chefes de Estado e de Governo, após intervenções iniciais de Mogens Lykketoft e Ban Ki-moon.

Esta é a quinta vez que um Papa visita as Nações Unidas, depois de Paulo VI em 1965, João Paulo II em 1979 e 1995 e do hoje Papa emérito Bento XVI, em 2008.

“Nenhum deles poupou expressões de reconhecido apreço pela Organização, considerando-a a resposta jurídica e política adequada para o momento histórico”, disse Francisco.

No 70.º aniversário da ONU, o pontífice argentino disse que esta é uma “resposta imprescindível”, dado que “o poder tecnológico, nas mãos de ideologias nacionalistas ou falsamente universalistas, é capaz de produzir atrocidades tremendas”.

A intervenção elogiou as “realizações” que as Nações Unidas levaram a cabo estão em contraste com a “desordem causada por ambições descontroladas e egoísmos coletivos”, sustentando mesmo que sem a ONU “a humanidade poderia não ter sobrevivido”.

Nesse sentido, apelou a prosseguir “incansavelmente” no esforço de evitar a guerra, que é “a negação de todos os direitos e uma agressão dramática ao meio ambiente”, através das negociações e do diálogo, como é proposto pela Carta das Nações Unidas

Citando várias vezes os seus predecessores, Francisco denunciou a “colonização ideológica” que procura impor “modelos e estilos de vida anormais, alheios à identidade dos povos e, em última análise, irresponsáveis”.

Francisco despede-se, depois de cumprimentar um grupo de crianças, seguindo para o Memorial do ‘Ground Zero’, onde vai evocar as vítimas dos atentados do 11 de setembro numa cerimónia inter-religiosa.