Evangelizar Hoje – Avoz da mulher na missão nº 122 Janeiro/Março 2018

“Mais um Ano Novo desponta no nosso mundo ferido e obscuro. O Filho de Maria Virgem, a esposa de José, é a Luz terna e suave que ilumina as periferias do mundo, chamando a si os últimos da terra.

O nosso Salvador nasce, em viagem, sem outra garantia de sobrevivência para além da ternura e dos cudados de Maria e de José, os primeiros adoradores em Espírito e Verdade de Seu Deus e Senhor; O Filho concebido em castidade, pelo poder do Amor que desce das alturas.

A humilde família de Nazaré concretiza na fé o êxodo da mentira para a verdade, das trevas para a Luz, revelando o verdadeiro Rosto de Deus a todos aqueles que o Procuram.

O caminho percorrido desde Belém até ao Calvário mostra o Rosto do Filho que cuida dos seus irmãos aos quais foi enviado qual Bom Pasto, Rei e Médico. Sobe ao Monte Alto para rezar, levando consigo três dos doze discípulos e, enquanto reza, eles vêem a Luz do Seu Rosto e ouvem a voz de Deus Pai: Este é o meu Filho, aquele que escolhi, escutai-O!…”

Jesus e Maria Madalena

IDE, pois, pelas encruzilhadas dos caminhos e a quantos encontrardes, convidai-os para as bodas.

A Igreja “em saída” é uma Igreja com as portas abertas. Se a Igreja inteira assume este dinamismo missionário, há-de chegar a todos. (Evangelii Gaudium)

A Irmã Cândida Martins Manso Amaro, natural de Perre, Viana do Castelo há mais de três décadas missionária Comboniana no Brasil. Esteve em várias Missões desde Rondónia, Amazónia, São Paulo e atualmente desde o mês de Outubro de 2014, em Salvador, Estado da Bahía, num dos  Bairros que acolhe a população de baixos rendimentos. Irmã Cândida esteve de férias em Portugal e, no mês de Setembro de 2017 na festa Missionária das Irmãs M. Combonianas de Lisboa deu o seu testemunho missionário, entre muitas coisas falou do projecto social que administra. Chamado Instituto de Daniel Comboniacolhe mais de sessenta crianças, entre os três e os seis anos de idade, de acordo com o programa do Jardim de Infância e o Pré-Escolar. Para além disso dão atendimento a oitenta crianças e adolescente, completando os estudos escolares com cursos de informática e capacitação profissional em colaboração com outra Instituição…Continua a Irmã Cândida:”A nossa comunidade é constituída por quatro irmãs; cada uma tem o seu campo de acção: Formação Bíblica e Catequese, Animação Missionária nas Paróquias a nível diocesano, visita às famílias onde partilhamos a vida com suas alegrias e cruzes…”

Caso esteja interessada/o a saber mais, compre o Jornal  nº  122 Evangelizar Hoje, pagina 3 – Propriedade das Irmãs Missionárias Combonianas.

Querendo ajudar as Missões além Mar em 4 Continentes pode ser  assinante ou colaboradora. Contacte: Ir. Maria do Carmo Bogo

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Evangelizar Hoje – A voz da mulher na missão – N. 115 Abril/Junho 2016

Sem ter visto o Senhor, vós o amais

“Naquele tempo, Tomé, um dos doze, a quem chamavam o Gémeo, não estava com eles quando Jesus veio. Diziam-lhe os outros discípulos: “Vimos o Senhor!” Mas ele respondeu-lhes: “Se eu não vir o sinal dos pregos nas suas mãos e não meter o meu dedo nesse sinal dos pregos e a minha mão no seu peito, não acredito.”
…O Amor gratuito do nosso de Jesus Cristo Crucificado e Ressuscitado nos alcança onde quer que estejamos. Ele é sempre o “primeiro” a ter a iniciativa…Ele encontra os seus irmãos e irmãs nas fugas e nos abandono dos seus países, perseguidos e rejeitados, escravizados, sepultados nos mares…Não permitamos que os poderes deste mundo, egoísmos, medos, desesperos e loucuras, nos roubem a fé no Senhor Jesus que venceu a morte…!Jesus disse: “Tomé porque me viste, acreditaste. Felizes os que creem sem terem visto!” (Cf. Jo 20,26-29)

Para conhecer todos os artigos, adquire o Jornal Evangelizar Hoje,  através de uma assinatura. Ajude as Missões e fique em comunhão com as Irmãs que anunciam a Boa Nova de Jesus na África, Américas, Europa, Ásia … Nesta publicação tem três lindos testemunhos de Irmãs Missionárias: Ir. Helena Freitas Lourenço na República Centro Africana; Ir. Maria José Rodrigues da Silva nos Estados Unidos da Améria e a noviça Joana Sofia Carneiro, em Santa Maria dos Cayapas no Equador.

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EVANGELIZAR HOJE Nº 114

VAMOS CAMINHAR À LUZ DO SENHOR!

“JÁ NOS ENCONTRAMOS NO PERCURSO DO JUBILEU EXTRAORDINÁRIO DA MISERICÓRDIA COM PROPOSTAS CLARAS DE AMOR, TERNURA, PERDÃO, COMPAIXÃO; OS VALORES DE FUNDO QUE LEVARAM O PAPA FRANCISCO A FAZER À IGREJA ESTA PROPOSTA INAUGURADA NA SOLENIDADE DA IMACULADA CONCEIÇÃO, DIA 8 DE DEZEMBRO DE 2015 E, QUE TERMINARÁ NA SOLENIDADE LITÚRGICA DE JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO, DIA 20 DE NOVEMBRO DE 2016”. (ver pag. 1 E.H., nº 114)

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Contamos consigo caro amigo/a leitor/a. BOAS FESTAS NATALÍCIAS e um ANO 2016 com muita PAZ!

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ASSEMBLEIA ANUAL DO ANIMAG (Institutos Missionarios Ad Gentes)

Do dia 3 ao dia 6 de novembro, na cidade de Vila Real, nordeste transmontano, 46 missionarios e missionarias de vários Institutos Ad gentes, reuniram-se para avaliar, as acões missionárias organizadas em Portugal durante o Ano 2014/2015, e para eleger uma nova direção nacional.

Depois do Bem-Vindos à Diocese, pelo Bispo D. Amândio Tomas, o Bispo desenvolveu o tema: Família, Igreja e Nova Evangelização. Entre muitas outras mensagens o Bispo disse: “As missões populares são óptimas para chamar os jovens à Missão Ad Gentes…Na nossa Igreja falta uma consciência missionária…a Igreja é essencialmente missionária…por isso como o Pai me enviou Eu vos envio a vós, disse Jesus, cf. Jo 20, 21, a Igreja existe para seguir  Jesus”, concluiu.

Também houve uma tarde para conhecer a cidade de Vale Paços, onde vimos como se processa o azeite e o vinho. No final da tarde fomos ao santuário de Nossa Senhora da saúde, onde o Pároco com o povo nos ofereceu um jantar seguido de  magusto (castanhas).

Foram dias muito proveitosos, no ûltimo dia as várias zonas (1, 2, 3 e 4) programaram as acões missionárias para o Ano 2015/2016 para todas as Dioceses de Portugal.  Assembleia concluiu-se com a celebração Eucarística Presidida por D. Amândio Tomás.

Ir. Lurdes Ramos

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Despejo de 50 famílias Guarani Kaiowá Mato Grosso do Sul – Brasil

Juiz Kaiut determina mais um despejo contra os Guarani e Kaiowá: dessa vez, a Retomada das Mães ‏

Juiz Kaiut determina mais um despejo contra os Guarani e Kaiowá: dessa vez, a Retomada das Mães
Para: ramos_lurdes@hotmail.com
O despejo de Itaguá foi determinado pelo juiz Fábio Kaiut Nunes, o mesmo que decidiu por outras três reintegrações, com prazo de execução em andamento: Apika’i, Te.
 Juiz Kaiut determina mais um despejo contra os Guarani e Kaiowá: dessa vez, a Retomada das Mães
O despejo de Itaguá foi determinado pelo juiz Fábio Kaiut Nunes, o mesmo que decidiu por outras três eintegrações, com prazo de execução em ndamento: Apika’i, Tey Juçu e Pindoroky

Assessoria de comunicação – Cimi

Uma ordem de reintegração de posse poderá ser cumprida a qualquer momento contra a Retomada das Mães, tekoha – lugar onde se é – Itaguá, no município de Caarapó, Mato Grosso do Sul. O despejo, expedido pela Justiça Federal de Dourados, será contra 50 famílias Guarani e Kaiowá que vivem em 30 hectares de um território reivindicado como tradicional, na divisa com a Terra Indígena Pindoroky, já delimitada e também sob ordem de reintegração.

O despejo de Itaguá foi determinado pelo juiz Fábio Kaiut Nunes, o mesmo que decidiu por outras três reintegrações, com prazo de execução em andamento: Apika’i, Tey Juçu e Pindoroky. Na mira de Kaiut estão cerca de 200 famílias Guarani e Kaiowá que podem voltar a sobreviver, do dia para a noite, às margens de rodovias no cone sul do MS: entre as cercas das fazendas que transformam em propriedades privadas territórios tradicionais e o asfalto, paisagem de miséria e morte para os Guarani e Kaiowá.

Sobre a situação de Itaguá, a Fundação Nacional do Índio (Funai) entrou com recurso contra o despejo no Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), em São Paulo, e aguarda decisão. Nesta quinta-feira, 30, um oficial de justiça esteve na Retomada das Mães para constatar quantos são os Guarani e Kaiowá que estão na área a ser reintegrada ao suposto proprietário. No tekoha, a resistência já começou com rezas e rituais.

Conforme informações da equipe do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) que atua na região, os indígenas são enfáticos: não sairão do tekoha, encravado entre plantações de cana. Com a paralisação do procedimento demarcatório de Pindoroky, os Guarani e Kaiowá não ocupam a totalidade do território. A superpopulação então provoca um quadro societário de confinamento e como não há espaço suficiente para o plantio, passam fome.

A solução, portanto, foi ocupar áreas tradicionais que na verdade compõem um único território, na região: o Tey Kue. A Retomada das Mães, parte desse mosaico caleidoscópico, é assim chamada porque a ocupação foi organizada e executada majoritariamente por mulheres; mães e avós cansadas da situação de miséria e violência. Há cerca de um ano, no início de agosto de 2014, fizeram a retomada e ergueram um acampamento de lona. Resistiram a tudo: ameaças, pistoleiros, fome. Prometem agora resistir à reintegração.

Uma cruz para Denílson  

Em fevereiro de 2013, o corpo de Denílson Barbosa, Guarani e Kaiowá de 15 anos, foi encontrado sem vida depois que o jovem, o cunhado e o irmão de 11 anos foram atacados pelo fazendeiro Orlandino Carneiro Gonçalves, de 61 anos, com propriedade incidente no tekoha Pindoroky. Denílson levou um tiro à queima roupa, sem nenhuma chance de defesa, e mesmo sem apresentar o menor perigo contra a integridade física de seu assassino. No local em que o corpo do jovem foi encontrado, está enfincada uma cruz.

Na época, uma Guarani e Kaiowá declarou que as mulheres estavam cansadas de enterrar os próprios filhos – mortos por tiro, fome, suicídio. A cruz para Denílson tornou-se um símbolo para os indígenas. A retomada não tardou. Em busca da Terra Sem Males, enfrentaram pistoleiros e ameaças, pouco mais de um ano depois da morte de Denílson, e agora afirmam que enfrentarão a tentativa da Justiça de despejá-las, junto com suas famílias, de uma terra reduzida e devastada, mas Guarani e Kaiowá.

Mesmo com a Presidente Dilma Rossef a situação dos Indígenas no Brasil não melhorou!